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Catedral de Brasília

A Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, ou Catedral de Brasília, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília. “Fantástica” é a melhor palavra que a descreve tanto pela arquitetura externa quanto interna. Mas o seu entorno não é nada bom para um cadeirante, um carrinho de bebê ou alguém com mobilidade reduzida. Com lajotas e grama, o piso dificulta muito a ida até ela. Rampas de acesso quase não existem por lá. Você realmente apenas releva o transtorno porque vale a pena chegar ao seu interior e apreciar toda a beleza que ela esbanja. Estive por lá em momentos diferentes. Da primeira vez, pude desfrutar de todos os pedacinhos internos  e ver as esculturas, principalmente os anjos que lá habitam e são maravilhosos. Da segunda vez, tive o privilégio de vê-la enfeitada para receber um casamento. Nas duas ocasiões. ela brilhou e encantou.

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Caixa Cultural São Paulo

Caixa Cultural Sé traz sempre uma bela programação que abrange espetáculos musicais, teatro, dança, exposições de artes plásticas e fotografia. Tive o privilégio de saborear um show maravilhoso do Nelson Sargento e do Agenor de Oliveira por lá. Recentemente assisti ao musical Zumbi, prestigiei Luiz Gama e Caciporé. Fantásticos! O espaço é muito bom, nos recebe perfeitamente bem com rampas para todos os lados, banheiro adaptado, funcionários do bem, programação gratuita é ainda é fácil para estacionar o carro. Ficar ligado na programação da Caixa Cultural é uma bela dica de passeio interessante e prazeroso.

 

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Milalá na neve

Ai que delícia! Nevava muito e estar ali foi simplesmente delicioso. É totalmente possível curtir a neve e andar pelas ruas – claro, não pode ser uma nevasca, que aí a cadeira de rodas não vai sair do lugar. É lindo andar pelas ruas, brincar com os flocos, desviar do gelo, tirá-lo do casaco, ver as crianças escorregando de pranchas nos parques, usar roupa e bota de neve, tudo branquinho… É uma delícia. Costumo dizer que se você vai viajar no inverno e não vê a neve o passeio não deixa de ser genial, mas fica faltando alguma coisa.

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Corcovado/Cristo Redentor

Rio de Janeiro é sinônimo de Cristo Redentor não somente nos inúmeros folhetos turísticos e imagens da Cidade Maravilhosa pelo mundo. É só pisar por lá que você é convidado a levantar a cabeça e procurar por ele pelos cantos da cidade. O melhor é que você encontra com facilidade.
IMG_6019Situado no topo do morro do Corcovado, no Parque Nacional da Tijuca, a 710 metros acima do nível do mar, o Cristo Redentor tem 38 metros, é um monumento que retrata Jesus Cristo e oferece, em dias ensolarados, uma privilegiada vista panorâmica da cidade, tornando-se um dos ícones brasileiros mais conhecidos internacionalmente. Há várias maneiras de chegar: uma via de acesso para pedestres, pela rodovia ou por meio de trem elétrico.

Eba, hoje, para nós que temos mobilidade reduzida, chegar à estatua do Cristo Redentor é bem possível. Já a alguns anos o espaço nos recebe com elevadores e escadas rolantes. Subi de trem, comprei antecipadamente o meu ingresso pela internet: – www.corcovado.com.br.

A viagem de trem dura em média 20 minutos e sai a cada meia hora. O trajeto é delicioso, tem muito verde e uma turminha boa caprichando no samba. É possível visitar o Cristo Redentor de segunda a domingo, das 8 às 19 horas.

Tive que deixar a Julinha no pé do morro e subir na cadeira do trem. Quando cheguei, passei a utilizar uma cadeira de rodas convencional do espaço. Até onde entendi, nem a Julinha nem uma cadeira de rodas convencional cabem no trem e este transtorno é necessário.

Entendi, também, que lá em cima a cadeira de rodas convencional é mais vantajosa, pois há elevadores e escadas rolantes. Nos elevadores, a Julinha cabe bem, mas nas escadas rolantes a cadeira convencional é mais adequada. Na subida das escadas, há sempre um segurança por perto para nos ajudar. Pois é, um trabalhão do bem. O dia da minha visita estava aberto, mas lá em cima havia muitas nuvens que dificultaram a visibilidade. Estar por lá vale muito e você se diverte imensamente. Passeio feliz garantido!

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Praça dos Três Poderes

É difícil explicar a sensação que nos invade quando vivenciamos na prática o que aprendemos em livros e acompanhamos diariamente na mídia. Pois é. A Praça dos Três Poderes em Brasília nos  leva a esta sensação. A Praça é um amplo espaço cívico que integra o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, sedes dos Três Poderes da República: Legislativo, Executivo e Judiciário. Idealizada por Lúcio Costa e projetada por Oscar Niemeyer, além dos palácios a Praça inclui esculturas, monumentos, a Pira da Pátria, o Marco Brasília e o Mastro da Bandeira. Não é uma praça tradicional, com árvores que proporcionam sombra às pessoas que nela permanecem. De vegetação, somente as palmeiras imperiais que circundam a grande superfície de água do Congresso Nacional.

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Transitar pela área externa da praça é bem interessante, nossa história está no ar. No entanto, requer paciência e cuidado. Se o dia estiver aberto e ensolarado, prepare-se para passar muito calor. Se estiver chovendo, não vale o passeio. O ideal é um dia agradável para que você possa desfrutar as sensações e enfrentar os obstáculos da praça de maneira mais leve. Além de vivenciar as histórias que são escritas naquele local, apreciar as esculturas e as construções que são bem bonitas, o tempo todo você tem que se preocupar com a localização de rampas de acesso e, quando as localiza, torcer para que não tenha nenhum carro obstruindo o acesso. Procurar caminhos possíveis para chegar mais perto dos prédios, esculturas e monumentos é tarefa complicada e você terá que se conformar se não conseguir chegar a alguns locais. Vamos lá. Estive em Brasília no feriado de 15 de novembro de 2013, exatamente no fim de semana em que muitos integrantes do mensalão foram presos. Como a praça é ponto de visitação turística e de concentrações populares, estava cercada de cuidados. O Palácio do Planalto, por exemplo, só pudemos observar de longe, pois grades o cercavam quase que totalmente. No Congresso Nacional foi possível fazer uma visita guiada e percorrer seu interior sem dificuldades. Porém, ao tentar me aproximar do STF, que também estava cercado, não fui nada feliz. Procurava uma rampa de acesso que me permitiria caminhar com a Julinha pelo pequeno espaço da calçada e que me levaria até a placa de identificação. Como não há, subi com ajuda em um degrau mais baixo. Andei apertada, mas tirei a foto que queria. Ao voltar pelo mesmo local, ao descer o degrau com a Julinha caí e ganhei vários arranhões. Seguranças apareceram e queriam chamar o resgate. Sorri e agradeci. Lamentei os arranhões e transmiti o recado que foi bem desagradável passar pelo constrangimento de não ser recebida na casa que sempre aprendi que era de todos nós. Diante desse episódio, a praça ficou sem graça.

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Museu do Futebol

“Todo brasileiro já nasce com a bola no pé”. Esta foi a frase que ouvi no Museu do Futebol e que faz mais sentido ainda quando você está por lá. Quer conhecer mais e melhor a história do futebol brasileiro? Vá ao museu e se perca com tanta emoção.
Lembranças, recordações, nostalgia, saudade, orgulho, aprendizados, descobertas encantadoras, tristeza com final feliz, tem de tudo! O museu está todo preparado para nos receber, é maravilhoso. Na bilheteria você já abre um sorriso enorme, pois deficiente e acompanhante não pagam o ingresso. Reserve um período inteiro para prestigiar. E vá ao restaurante do museu, que tem ambiente agradável e boa música. Apaixonados ou nem tanto por futebol, vale a pena conferir.

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Milalá no Pão de Açúcar

Prestigiar a Cidade Maravilhosa do alto do Morro Pão de Açúcar – formado por dois mirantes naturais, o Morro da Urca (227 m) e o Pão de Açúcar (396 m) – é genial. A subida do bondinho e a vista que une mar, morros e cidade é completamente encantadora. Para nós que necessitamos de um cuidado maior, o Pão de Açúcar tem estrutura, mas atenção ao subir e descer do bondinho! Não hesite em receber ajuda dos seguranças e bombeiros que estão sempre por perto. Ops, chegar aos morros com o bondinho é bem possível, porém, transitar nos vários espaços que exigem locomoção com elevadores requer sorte, pois vira e mexe eles estão em manutenção. Vale aproveitar e, acredite, dá pra chegar em vários lugares. Observações: o Pão de Açúcar abre todos os dias das 8 às 21 horas, e as bilheterias fecham às 19h50. Vale visitá-lo em dias abertos e ensolarados,o entardecer é lindo por lá. Os bondinhos saem a cada 20 minutos ou quando a capacidade máxima é atingida (65 passageiros. Vale muito o passeio. Sem pressa, vale mais ainda!

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Milalá no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro é uma cidade linda, tem muitos encantos no ar, tem cor nos cantos e na sua gente. Tem verde de montão, tem morros, tem mar, tem ritmo e tem vida. Pois é, não é à toa que é a cidade mais conhecida no exterior e é o principal destino turístico na América Latina.Internacionalmente conhecida por seus ícones culturais e paisagísticos,
como o Pão de Açúcar, o Morro do Corcovado, a estátua do Cristo Redentor, as praias, o Estádio do Maracanã, a floresta da Tijuca e a Pedra Branca, o carnaval e muito mais, o título de Cidade Maravilhosa veste essa cidade de maneira perfeita. Ops, pra muita coisa este título cabe, mas pra outras deixa a desejar.
Vamos falar um pouquinho de acessibilidade por lá? Ainda há muito o que fazer. No interior dos prédios e pontos turísticos que visitei recentemente fui bem acolhida. Uma ou outra situação mais delicada, que “com jeitinho carioca” foi resolvida. Na parte externa, nas ruas e nas calçadas,exigiu mais cuidado ao pilotar a Julinha pela dificuldade de transitar.
É bom demais estar no Rio de Janeiro, mas é muito bom também estar bem preparado. Em breve mais informações de lugares visitados por lá.

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Estátua da Liberdade

Ela é linda, mas não é das mais divertidas. Pode ser um ótimo passeio nos dias menos concorridos, mas vira uma loucura nos feriados e fins de semana.
Se bem que, para nós que temos a mobilidade reduzida, ir à estátua é mais tranquilo, pois somos os primeiros a entrar e a sair das balsas que nos levam até ela.
A Estátua da Liberdade fica na Liberty Island e o acesso, como comentei, é feito por balsas. A vista da Estátua da Liberdade e de Manhattan é espetacular.
DSC08140Para visitá-la, compre o ingresso no Castle Clinton, no Battery Park, ao sul de Manhattan. É só caminhar pelo Battery Park que você irá se deparar com o Castle Clinton, ele é todo de tijolinho aparente. Também é possível comprar o ingresso on-line.
Minha dica é ir cedo para aproveitar o passeio. Na balsa, o melhor lado para tirar fotos é o direito na ida e o esquerdo na volta.
Neste passeio para a Estátua da Liberdade há uma parada na Ellis Island, onde fica o Museu da Imigração, que vale a pena conhecer.
Ops, lembro que, antes da reforma, era impossível para nós que temos mobilidade reduzida visitar a coroa da estátua.
São mais de 300 degraus para se chegar lá. Então é bom saber antes que para nós o passeio fica limitado ao chão e que se for um dia de céu azul, não for feriado, fim de semana e, também, não tiver vento, é bem agradável.
Não sei dizer como ficou após o furacão Sandy e se a reforma já foi concluída. Ouvi dizer que agora é possível atingir o pedestal por rampas.
Se alguém for conferir, mande notícias pra gente!

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Sesc Consolação

Noite de sábado perfeita com Denise Stoklos. O espetáculo fica até mais saboroso quando o teatro te recebe bem. Desviar das muitas pessoas que transitam pelo espaço é a sua única preocupação por lá. Rampas, plataformas elevatórias, banheiros adaptados e funcionários atenciosos compõem o teatro e te acolhem de maneira tão simpática que você fica à vontade e com vontade de voltar sempre.

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