Sesc Osasco

Pois é, de todos os Sescs visitados o de Osasco foi o que tive dificuldade para estacionar e chegar até o local do show. Ele é bem pequenininho e alguns funcionários não estão preparados para receber cadeirantes. Houve muita informação desencontrada. Você até transita bem com a cadeira, vai à comedoria e ao local do show com facilidade. A programação é bem bacana. Assisti ao show da Fabiana Cozza e foi espetacular. Vale o passeio, lembrando que a paciência deverá estar com você, ok?

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Sesc Santo Amaro

O Sesc Santo Amaro, como a maioria dos Sescs, nos recebe muito bem. Ele não é grande, mas apresenta tudo o que precisamos para desfrutar momentos bem felizes. É prático e agradável e, como sempre, tem uma bela programação. Tive oportunidade de prestigiar o espetáculo do Boi Garantido na Virada Cultural de 2014. Simplesmente sensacional!

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Night e curiosidades em Atlanta

Para ouvir um bom jazz, vá ao Churchill Grounds - 660 Peachtree St. Realmente ótimo. Vale observar que há um degrau pequeno que te leva até o salão onde rolam as apresentações. Nada difícil, mas é bom saber que ele está por lá, certo? Sugiro comprar o Atlanta City Pass, que custa por volta de US$ 69 e cobre 5 atividades de Atlanta.

Não conheci, mas tenho a informação de que o Botanical Garden é bem lindo, e vale visitar o High Museum e a Casa e Museu de Margaret Mitchell, a escritora de “E o vento levou”. Também não posso dizer nada sobre o transporte público, pois ainda não
utilizei, pois a maioria das atividades estavam perto do hotel que fiquei.
Atlanta é, definitivamente, uma cidade que eu quero voltar. A cidade é muito limpa, me recebe muito bem e as pessoas são agradáveis, educadas ​​e amigáveis.

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Um tempo fora pra ficar ainda mais por dentro!

Oops, não eu não ganhei na Mega-Sena e nem vou dar a volta ao mundo num skate… Sim, Milalá vai arrumar as malas, que é bom demais.

Enquanto arrumo, já começo a viajar com elas para onde irei e o pensamento corre que é uma delícia. Há algum tempo busco me qualificar para melhor nos representar neste mundão cheio de caminhos nada lineares. Vou aos EUA e Canadá, aliás, voltar aos EUA é bom demais, pois como já vimos tudo por lá funciona e me dá uma liberdade de ir e vir encantadora. Sobre o Canadá, somente ouço coisas boas.

Desta vez, teremos mais motivos para viver sorrindo. Vivenciar na prática o que rola de melhor no mundo em questão de acessibilidade é simplesmente incrível. Uma das mais importantes ONGs de acessibilidade dos EUA, o Access Living, me abriu a porta, e a partir da segunda quinzena deste mês farei uma capacitação em sua sede, em Chicago. Meu principal projeto será na área de Inclusão Social, envolvendo recrutamento, seleção e treinamento. Além disso, participarei do congresso Destinations for All 2014 – World Summit, de turismo acessível, no Canadá, conhecerei em NY o Centro de Políticas Humanas, Direito e Deficiência da Syracuse University e participarei do movimento Fit Cities.

Vivências ricas e conhecimento para dividir com todos do meu país é o que busco nesta empreitada. Muito mais coisas vão rolar, e estou bem ansiosa para dividir com vocês um monte de descobertas. Acompanhem os próximos capítulos de Milalá na gringa!

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Shoppings e Museus em Atlanta

Conheci o Bukehead, uma área bem bonita de Atlanta. Fui de táxi. Nesta região, na Peachtree St., tem bastante comércio, inclusive o Lenox Mall, que é muito bonito e possui lojas tipo Macys, Bloomingdales, Belks, etc. Nesta área também tem a Fogo de Chão (Piedmont Road). Em frente à churrascaria, uma padaria/restaurante chamada BuckHead Bakery. A sopa de “potato leek” (batata e alho-poró), as saladas e os pratos são deliciosos.

Estive no Museu da Guerra Civil, e lembro que nesta visita usei a cadeira de rodas do próprio museu, pois a Julinha ficou sem bateria. Visita sem problema algum. Sem dúvida, o melhor lugar que visitei em Atlanta foi a Casa de Martin Luther King. É maravilhosa, rica de informação, de emoção e de aprendizado. Não tive problema com a Julinha, mas encontrei alguns buracos nas calçadas.

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Feira livre no Pacaembu

Acordar com vontade de comer pastel e tomar garapa na feira. Ops…garapa é caldo de cana, é bom demais. Era sábado e não tive dúvida. A feira do Pacaembu tem pastel e caldo de cana nota 10. Aproveitei e fiz feira por lá.

Na verdade, comprar frutas, legumes e verduras foi desculpa, pois o objetivo era comer pastel e tomar caldo de cana. Esta feira é fantástica para nós que precisamos de cuidados especiais. Você para o carro bem pertinho, coloca a Zona Azul, tira a Julinha do porta-malas e já pode fazer suas compras ou saborear um bom pastel e garapa. Fácil e convidativo!

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MUBE – Museu Brasileiro da Escultura

Colado ao MIS, temos o MUBE – Museu Brasileiro de Escultura.

Visitá-lo para ver seu acervo, suas exposições, participar de suas atividades educativas ou conhecer a arquitetura do edifício, que é fantástica e está totalmente preparada para nos receber, é sensacional.

A programação é extensa e diversificada. As exposições apresentam a produção atual de artistas reconhecidos internacionalmente, além de abrir espaço para divulgar novos nomes do panorama artístico nacional.

O museu também oferece a seus visitantes diversas opções de educação e cultura, entre cursos, seminários, palestras, recitais, feira de antiguidades, gastronomia, peças teatrais, filmes e vídeos. No dia de minha visita estava rolando a exposição fotográfica “A Essência do Momento” e havia várias esculturas distribuídas na área externa para anunciar a próxima exposião: “A Viagem pela Matéria”, de Pablo Atchugarry.

Para quem vai de carro, tem vaga defis na porta de entrada do museu. Com certeza este é um espaço que você terá prazer em visitar.

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Torre de Televisão de Brasília

A Torre de Televisão de Brasília é um projeto de Lúcio Costa que alia o lazer e funcionalidade. Além de funcionar como uma torre de televisão, o local oferece aos turistas uma tradicional feira de artesanato, aberta nos fins de semana, e um mirante de 75 m que proporciona uma vista incrível da cidade. E tudo preparado para nos receber. Tem rampas, elevadores, é plano e tem muita gente simpática por lá. Vale conferir!

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Vila Olímpica em Atlanta

Pertinho do hotel ficava a Vila Olímpica, uma praça linda e enorme. E próximo a esta praça temos o Aquário da Georgia, que é o maior aquário do mundo. Simplesmente encantador, você consegue participar de tudo e é muito fácil se locomover por lá. Em frente ao aquário temos o Museu da Coca-Cola, que conta toda a história do refrigerante. Foi bem divertida e curiosa a visita por lá, e vale observar que ele é inteirinho preparado para nos receber. Conheci o CNN Center que, também, fica pertinho da Vila Olímpica. Sei que oferecem aos visitantes a oportunidade de ver de perto como são feitas as notícias, mas não fizemos este passeio. Conheci seu interior, fui aos restaurantes, respiramos notícias, mas não
saímos do térreo do edifício.

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MIS – Museu da Imagem e do Som

Espaço descolado, é um lugar para ver e ser visto. Seja por qual motivo você vá, vale o passeio. Só não vale mais porque para quem utiliza uma scooter, como é o meu caso, é necessário trocar por uma cadeira de rodas convencional para usar o elevador e chegar até o piso superior. Pois é, os elevadores são bem pequenininhos, o que me decepciona um pouco. Ah, tem banheiro, mas não é adptado, você até entra no banheiro com a cadeira, mas não há barras de apoio.

Se for de carro, tem vaga para defis na porta. Uma das vezes que estive por lá, a vaga para defis estava ocupada e tive que parar na rua. Em princípio fiquei feliz, pois foi fácil achar vaga, mas assim que comecei a andar com a scooter a caminho do museu foi bem ruim, pois as calçadas são péssimas e não há rampas de acesso nos faróis. Tive que contar com uma ajudinha para subir e descer da calçada. Fica a sensação de que o MIS pode e deve nos receber melhor.

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