Basse Ville

Descer lentamente as ladeiras da cidade alta para a cidade baixa e registrar todos os momentos desta caminhada é sensacional. Tudo encanta e é charmoso. Ao chegar na cidade baixa não deixe de visitar a Place Royale (marco zero da cidade), onde ficam a igreja Notre-Dame-des-Victoires e alguns painéis pintados a mão que são incríveis.

Na parte baixa fica também o Quartier Petit Champlain, um calçadão com restaurantes, galerias de arte e lojas de artistas/marcas locais. Não deixe de experimentar o Maple Taffy ou Maple Toffee (doce feito com a seiva do maple syrup mais espessa, derramado na neve e endurecido, formando uma espécie de bala que geralmente é servida como pirulito), vendido numa lojinha no final da rua. Na parte baixa da cidade também ficam o mercado de frutas (Marché du Vieux-Port, onde os agricultores vêm para vender frutas, queijo, pão e vinho), o porto e o Museu da Civilização. Muita coisa pra ver e se encantar por lá. Reserve um bom período em sua programação de viagem pra investir na cidade baixa. Oops, não esqueça que não é nada agradável andar de cadeira de rodas, mas é passeio feliz garantido.

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Vamos conhecer Washington DC?

Celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência em Washington DC foi encantador. Sempre ouvi que era uma cidade bem interessante e muito séria. Sim, ela é bem interessante, é bem bonita, é muito chique e é séria. Penso que a seriedade está no ar porque ela tem muitas histórias. Afinal, estamos na capital dos EUA e não poderia ser diferente, não é mesmo?

Conhecida pelos seus inúmeros parques, monumentos históricos, construções, memoriais, entre outros atrativos especiais, a cidade esbanja cultura de ponta com uma variedade de centros culturais, museus e atividades ao ar livre, além de revelar descobertas gastronômicas deliciosas e curiosas. Tem uma moçada linda, é um lugar vibrante e cheio de vida.
Washington não é uma cidade grande, não tem arranha-céus e é muito fácil transitar por ela.
Isso a torna bastante amigável para caminhadas. Os ciclistas também parecem muito bem-vindos por lá. Tem estações de aluguel de bicicletas da Capital Bikeshare espalhadas por todo lugar. O transporte público também nos leva para tudo quanto é canto, a acessibilidade é algo de tirar o chapéu, sentar no chão e chorar de felicidade. Simplesmente espetacular! Acredite se quiser, mas todas as estações de metrô são acessíveis e quando você entra no trem, só tem que se preocupar onde descerá. Exatamente como deveria ser em qualquer lugar do mundo…
Entendeu por que amei celebrar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência nesta cidade que me respeita da cabeça aos pés? Washington DC é destino obrigatório para quem vai para os Estados Unidos.

Aguardem os próximos posts sobre Washington DC!

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Haute Ville – cidade alta

Realmente a parte mais linda da cidade de Quebec é a cidade antiga, que é dividida em Haute Ville (cidade alta) e Basse Ville (cidade baixa) . Há um funicular ligando as duas extensões  a US$ 2.25 por pessoa – fiquem ligados com os horários para não correr o risco de voltar da cidade baixa a pé. Iniciar o passeio pela cidade alta, onde fica o belíssimo castelo e hotel Château Frontenac, é uma boa pedida. Na frente do Frontenac você encontrará o Terrase Dufferin, o “calçadão” de Québec, com vistas incríveis do rio São Lourenço.

Saindo dali, o melhor mesmo é se perder pelas ruas, os cantinhos antigos são fantásticos, tudo tem muito charme. Lembrando sempre que caminhar com cadeira de rodas por ali não é algo confortável, pois é tudo antigo e cheio de pedra, mas é possível e vale o desconforto. Tem um mercado incrível, o convento Ursulino, que fica em um lugar encantador, a praça da prefeitura, o Êdifice Price (o mais alto do centro histórico) e a basílica de Notre Dame Du Quebec, que é lindíssima. Enfim, descubra a cidade alta com os seus olhares curiosos porque com certeza você sempre achará um pedacinho novo que vale registrar. Depois de muita andança na cidade alta, vá descendo as ladeiras lentamente (batendo muitas fotos) até chegar na parte mais baixa da cidade, que vamos explorar em breve.

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Christkindlmarket Chicago

Desde 1996 o mercado de Natal em Chicago é  um belo passeio nesta época do ano. Inspirado pelo Christkindlesmarket, em Nuremberg, na Alemanha, que teve início em 1545, o Christkindlmarket Chicago traz uma tradição alemã acarinhada com um toque internacional e o charme local de Chicago. O mercado ao ar livre no Loop tornou-se tão popular e amado que qualquer cidadão irá dizer-lhe que não pode imaginar a cidade sem ele. Funciona todos os dias desde o feriado do Thanksgiving até 24 de dezembro. É um sucesso, sempre há muitas pessoas, tem comida e bebida típicas, entretenimento e presentes lindos. O melhor é que tudo é acessível e você circula com facilidade, claro que o tempo todo desviando dos muitos carrinhos de bebês, das crianças e dos adultos. Vale a pena iluminar os seus olhos por lá.

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Vamos conhecer Quebec City?

Tudo por aqui tem charme e encanta!
Québec City ou Ville du Québec, como é chamada por lá, é a capital da província de Quebéc, a cidade mais antiga do Canadá e a capital nacional da parte francesa canadense. É a única cidade murada da América do Norte, e o coração francês do Canadá. Às margens do Rio São Lourenço, esta cidade não se parece com nenhum outro lugar da América. O tempo todo temos a sensação de estar em uma vila francesa. As casas e edifícios são antigos, há muitas igrejas e capelas históricas, pontes de pedra, um castelo, ruas de pedra, cafés e creperias e muitas galerias de arte. Não tem como ir ao Canadá e não passar por lá. Concentrei o meu passeio na parte histórica, e nem preciso dizer que foi bem complicadinho rodar com a Julinha e até acessar cafés, restaurantes e lojas, mas a cidade é bem hospitaleira e as dificuldades encontradas com relação à acessibilidade foram prontamente solucionadas. Em breve, mais de Quebec City pra vocês.

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Buckingham Fountain

Era uma tarde de outono incrivelmente linda e completamente gelada, mas fui conhecer a Buckingham Fountain, uma das maiores fontes do mundo, um marco de Chicago.
Localizada no centro de Grant Park, a fonte encanta com tamanha beleza e extensão.  Construída em estilo rococó-bolo-de-casamento, inspirada no Fountain Latona do Palácio de Versailles, ela funciona de abril a outubro, com shows regulares de água e shows noturnos coloridos. Durante o inverno, a fonte é decorada com luzes. Você aprecia tudo da melhor maneira possível, o parque nos recebe maravilhosamente bem.
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Vieux Montreal

Me hospedei no centro, no Boulevard René-Lévesque, num hotel bem próximo ao Palais des Congrès, onde foi realizado o Congresso de Turismo Acessível nesta encantadora cidade. A poucas quadras de distância do hotel está situada a parte histórica da cidade (Old Montreal). Uma caminhada por Vieux Montreal é algo que não pode fatar em sua programação. Esta é a mesma região do Marché Bonsecours, que já conhecemos. Mas andar por aqui com a Julinha foi bem mais fácil do que perto do mercado, cada canto encanta. Aprecie as diversas  construções de pedra, que agora abrigam lojas de esportes, antiguidades, curiosidades, lembranças, restaurantes, informações turísticas, galerias de arte, hotéis, pequenos teatros e muitas outras coisas bacanas. E nesta região que temos o principal templo religioso de Montreal e ícone da Vieux Montreal, a Basilique Notre Dame, construída em 1656. Até com muito frio a gente se encanta por lá.

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Chicago Children’s Museum

Localizado dentro do Navy Píer, o Children’s Museum já encanta pela facilidade de estar por lá.
São 3 andares de diversão garantida para crianças de até 10 anos. Splash, escalar, construir, aprender e explorar, subir em um navio, se esconder em uma casa na árvore, construir um edifício, inventar uma máquina voadora, represar um rio, dirigir um caminhão de bombeiros, fazer arte para levar para casa e muito mais. Sem contar que o museu nos recebe maravilhosamente bem, criança com deficiência sempre é muito bem-vinda.

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Bonsecours Market

Em visita a Montreal, não deixe de conhecer o espetacular Bonsecours Market. Em francês, Marché Bonsecours.

Inaugurado em 1847, Marché Bonsecours é reconhecido como um dos dez melhores edifícios do patrimônio do Canadá e se tornou uma parada essencial em qualquer visita à Old Montreal. Por mais de 100 anos, foi o principal mercado público na área. Já abrigou a prefeitura e também foi utilizado para a Assembleia Legislativa da Província do Canadá. O mercado também foi um espaço para banquetes, exposições e outros festivais. Hoje, Marché Bonsecours é um mercado público de dois andares, com um shopping com cafés, restaurantes e butiques. Hall e salas de banquetes são alugados nos andares inferiores e superiores, e ainda há um espaço do escritório municipal.

Visitá-lo é bem fácil para quem utiliza cadeiras de rodas, você se movimenta bem até com os elevadores apertadinhos. Mas lá fora é um grande desafio enfrentar as ruas que o rodeiam.  Dica: vale o passeio mesmo assim.

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Vamos conhecer Montreal?

Estive durante 5 dias participando do congresso de Turismo Acessível – Destinations for All – nesta cidade que é totalmente envolvente chamada Montreal. Apesar de muito trabalho, consegui escapar nos intervalos do congresso para espiar tudo. Montreal está na parte francesa do Canadá, e o francês é a primeira língua, embora todo mundo se comunique perfeitamente em inglês. Estar por lá no outono, com as folhagens em tons vermelho-laranja-amarelo, é apaixonante, um brilho só.

Este colorido especial se mistura o tempo todo com as chuvas frequentes, lembrando que Montreal é uma cidade que convida a descobri-la a pé. Com certeza é um lugar bom demais. Na maior parte da cidade você encontra muita acessibilidade, sendo que no centro histórico tive momentos desafiadores para andar com a Julinha. Montreal deixa a desejar com o transporte público para pessoas com deficiência, nem todos os ônibus apresentam acessibilidade e no metrô não há. Existe o Paratransit, um sistema de transporte adaptado que nos leva com segurança pra lá e pra cá, basta fazer um cadastro no site da STM (sistema de transporte de Montreal) e contratar o serviço.

Pois é, Montreal deixou uma vontade danada de voltar. Acompanhem que o Milalá em Montreal tem mais para contar!

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