Museum of Arts and Design

O Museum of Arts and Design – MAD – é um charme só. Localizado na Columbus Circle, em frente  o Central Park, o MAD esbanja charme, conteúdo e acessibilidade. Reserve um tempo na sua programação de viagem para desfrutar os andares de exibição e de demonstração. Conhecer e apreciar o belíssimo restaurante no 9º andar é palavra de ordem. A comida, a música e a vista para o Central Park são incríveis. Oops, uma boa dica é visitá-lo às quintas-feiras após as 18 horas. Neste dia da semana você paga quanto quiser para estar por lá. Além de boa arte, tem uma loja fantástica e para terminar a noite conheça o belo restaurante. Show de passeio, perfeito para um fim de tarde bem bom. Sem contar que é muito fácil chegar e pode ser uma extensão do passeio ao Central Park.

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Vamos passear de metrô em Chicago?

Coisa boa é o metrô de Chicago, a primeira cidade em que estive e andei completamente sozinha de metrô. Oops, é o máximo, aqui tudo é fácil, o metrô te leva onde você desejar. Se não deixá-lo exatamente na porta, te leva muito perto de seu destino, nada que uma pequena caminhada ou mesmo um ônibus não resolvam. É importante você se preparar antes de embarcar no metrô. Veja no site da Sundaycooks o funcionamento e como comprar o cartão Ventra para andar tanto de metrô quanto de ônibus.

Vale observar que nem todas as estações são acessíveis e, se quiser ir em um local onde não haja uma estação acessível, vá até a mais próxima ao seu destino que, com certeza, haverá um ônibus para levá-lo onde quer chegar. Nos mapas que você retirará no guichê da estação, há indicação de acessibilidade através do Símbolo Internacional de Acessibilidade junto ao nome da estação, ou então no site da CTA. Clique em “Acessibilidade”, que fica no lado superior direito da tela, logo acima da caixa de pesquisa. Em seguida, vá para “How to Ride”, que é na linha superior, 2ª posição à esquerda. Há um menu drop-down e o segundo item na lista diz: “Acessibilidade”. Haverá uma  lista onde o último item diz: “Lista de Serviços Acessíveis CTA”.  Isso levará você a uma página onde poderá ver os diferentes tipos de acesso oferecidos, como ônibus, trem, etc. Todas as cores dos trens são listadas e você pode clicar para obter informações. É importante verificar se os elevadores estão funcionando nas estações que utilizará (acesse a chamada Linha de Status Elevador 1-888-968-7282). Quando a gravação começa, pressione 7, em seguida pressione 7 de novo e ele vai levá-lo para a informação referente aos elevadores. O sistema é atualizado de hora em hora. Se você está em uma estação de trem e precisar de informação sobre outra, pergunte ao Assistente de Atendimento ao Cliente. Geralmente eles utilizam coletes amarelos e alaranjados brilhantes. Em Chicago é uma delícia pedir informação, todos estão preparados e simpáticos no atendimento.

Prontinho para passear de metrô? Em Chicago tudo é muito fácil, a maioria das estações são elevadas e você admira a cidade a maior parte do tempo. Assim que passar na catraca especial pra você, solicite ajuda ao funcionário para entrar ou sair do trem. Informe qual a sua estação de destino.

Uia. Agora vem uma parte bem boa. Eles acompanharão o seu embarque, que se dá no primeiro carro do trem, colocando uma rampa para o acesso. Como comentei, muitas estações são elevadas e as rampas são extremamente bem-vindas, pois o gap e o degrau entre a plataforma e o trem são inevitáveis.

Você entra com facilidade e o seu local está ali te esperando. Se tiver algum dorminhoco por lá, o motorneiro sai da cabine e “pede delicadamente” para a figura se mandar. Para qualquer necessidade, há um talkfone para falar diretamente com o motorneiro.

Sem estresse, mesmo com o trem cheio, quando chega a sua estação está lá o funcionário te esperando para o desembarque. Em Chicago não fico aflita quando está chegando a estação que vou descer, pois desembarco com tranquilidade.

É isso aí. Metrô de Chicago é show!

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O metrô de Nova York é acessível?

Sim e não. Sim, ele conta com várias estações acessíveis, o importante é você se preparar antes de entrar no metrô para não ter muitas surpresas. Identificar qual será o seu itinerário, verificar se as estações que você utilizará são acessíveis, se os elevadores estão em funcionamento e aí sim mergulhar na aventura de andar de metrô. Oops, não é simples, mas é bem menos complicado do que parece. Para entender melhor o passo a passo para utilizar o metrô de Nova York, visite o link abaixo do site do Viaje na Viagem e você entenderá direitinho o funcionamento e como comprar o MetroCard.

Para identificar se as estações que serão utilizadas têm acessibilidade, retire um mapa com o funcionário no guichê do metrô. Elas estarão identificadas com o símbolo da acessibilidade junto ao nome da estação. Eles também entregarão um mapinha reforçando as estações acessíveis.

Já me disseram mais de uma vez que existem sinais de alertas nas estações acessíveis informando problemas no elevador, mas já estive em estações com elevadores quebrados e nunca vi estes sinais de alerta. Acho válido consultar sempre o site da MTA para informações de acessibilidade.

Já entendeu tudo? Ótimo.

Com o MetroCard na mão,  peça ao funcionário do metrô (geralmente as estações acessíveis têm guichê com funcionário) passar o seu bilhete, girar a catraca e abrir a porta.

Vale observar que a porta que vocé entra é a mesma que sai da estação. Pois é, o metrô de NYC não possui catraca para cadeirante e por isso é preciso toda a ginástica acima. Entrou no metrô? Maravilha. Encontre a sua plataforma para acessar o trem. Em todas as estações acessíveis existe o Boading Area, que é a nossa área de embarque, geralmente próxima ao elevador e no meio da plataforma, onde está o 2º motoneiro para auxiliá-lo em qualquer necessidade.

Espere o trem exatamente ali. Quando ele chegar, prepare-se para mais uma aventura.

Para aqueles que têm habilidade com as cadeiras manuais, é fácil. Usuários de scooter como eu ou de cadeiras de rodas motorizadas, podem precisar de uma ajudinha para entrar no trem, pois poderá se formar um gap ou um degrau entre a plataforma e o trem, o que pode dificultar a sua passagem.

Então, dá para usar o metrô, mas tenha sempre em mente que não é a melhor maneira para um cadeirante se locomover em Nova York!

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NYC sempre!

New York é daquelas cidades que você visita uma vez e sabe que voltará, se possível, várias vezes. É um prazer imenso estar por aqui! Não é à toa que todos dizem que NYC nunca dorme. É o tempo todo uma agitação danada e bem gostosa. Muita gente do mundo inteiro dividindo o mesmo espaço com você. Engana-se quem pensa que estar por aqui com scooter, cadeira de rodas, bengalas, muletas, carrinhos de bebês, patins, patinetes e afins será um problema. A cidade te acolhe perfeitamente bem e, pode ter certeza, você desfruta de tudo o que ela oferece da melhor maneira possível. Já temos aqui no Milalá muitas dicas de passeios em NYC. Agora, vamos entender como usufruir dos muitos encantos, dos vários serviços oferecidos para quem tem mobilidade reduzida ou é usuário de scooter como eu. Muitas das dicas que você verá foram dadas pelo atual Secretário da Pessoa com Deficiência de NYC, Victor Callise, que me recebeu maravilhosamente bem em seu gabinete e ainda lançou um belo conselho pra quem deseja visitar a cidade: “Venha a New York.

Experimente New York e veja como esta cidade é maravilhosa. Esta cidade conta com 100% de ônibus acessíveis, já temos muitos táxis acessíveis e até 2020 teremos 50% da frota, metrô com várias estações acessíveis, atividades culturais para todos os gostos, parques encantadores, restaurantes, lojas e tudo o mais que você desejar”. Yeah, me acompanhem por aqui que vamos ilustrar a sua próxima viagem a Nova York!

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Capitólio

Danny Watson me acompanhou na visita ao Capitólio e, cuidadosa e maravilhosamente, me apresentou detalhes e curiosidades muito interessantes. Conhecer o Capitólio – prédio do congresso americano – é sensacional. Emociona pela tamanha seriedade que aquilo tudo representa. Passeamos por vários anos dos Estados Unidos e, também, acompanhamos a histórias mais recente deste país que participamos a distância. 
O edifício destaca-se por sua cúpula central e por suas duas alas, cada qual para uma das câmaras o Congresso: o Senado e a Câmara dos Representantes. 
Na Rotunda fica o Capital Dome. Além das estátuas e quadros contando a história dos Estados Unidos, temos a famosa pintura “The Apotheosis of Washington”.
O famoso “National Statuary Hall” abriga estátuas dos representantes dos Estados, que serviu de plenário para a “House of Representatives” por muitos anos e tem até plaquinhas no chão com o nome e a localização de algumas mesas.
A visita prossegue passando pela entrada da nova plenária dos representantes,  pela câmara da Suprema Corte, o Jefferson Hall, até chegarmos à sala do Senador Richard J. Durbin, onde Jessica Garber, coordenadora da visita, nos aguardava para mais informações. Vale lembrar que a acessibilidade dá show dentro e fora do edifício. Valeu muito o passeio. 
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Basse Ville – Cidade Baixa

Descer lentamente as ladeiras da cidade alta para a cidade baixa e registrar todos os momentos desta caminhada é sensacional. Tudo encanta e é charmoso. Ao chegar na cidade baixa não deixe de visitar a Place Royale (marco zero da cidade), onde ficam a igreja Notre-Dame-des-Victoires e alguns painéis pintados a mão que são incríveis.

Na parte baixa fica também o Quartier Petit Champlain, um calçadão com restaurantes, galerias de arte e lojas de artistas/marcas locais. Não deixe de experimentar o Maple Taffy ou Maple Toffee (doce feito com a seiva do maple syrup mais espessa, derramado na neve e endurecido, formando uma espécie de bala que geralmente é servida como pirulito), vendido numa lojinha no final da rua. Na parte baixa da cidade também ficam o mercado de frutas (Marché du Vieux-Port, onde os agricultores vêm para vender frutas, queijo, pão e vinho), o porto e o Museu da Civilização. Muita coisa pra ver e se encantar por lá. Reserve um bom período em sua programação de viagem pra investir na cidade baixa. Oops, não esqueça que não é nada agradável andar de cadeira de rodas, mas é passeio feliz garantido.

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Vamos conhecer Washington DC?

Celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência em Washington DC foi encantador. Sempre ouvi que era uma cidade bem interessante e muito séria. Sim, ela é bem interessante, é bem bonita, é muito chique e é séria. Penso que a seriedade está no ar porque ela tem muitas histórias. Afinal, estamos na capital dos EUA e não poderia ser diferente, não é mesmo?

Conhecida pelos seus inúmeros parques, monumentos históricos, construções, memoriais, entre outros atrativos especiais, a cidade esbanja cultura de ponta com uma variedade de centros culturais, museus e atividades ao ar livre, além de revelar descobertas gastronômicas deliciosas e curiosas. Tem uma moçada linda, é um lugar vibrante e cheio de vida.
Washington não é uma cidade grande, não tem arranha-céus e é muito fácil transitar por ela.
Isso a torna bastante amigável para caminhadas. Os ciclistas também parecem muito bem-vindos por lá. Tem estações de aluguel de bicicletas da Capital Bikeshare espalhadas por todo lugar. O transporte público também nos leva para tudo quanto é canto, a acessibilidade é algo de tirar o chapéu, sentar no chão e chorar de felicidade. Simplesmente espetacular! Acredite se quiser, mas todas as estações de metrô são acessíveis e quando você entra no trem, só tem que se preocupar onde descerá. Exatamente como deveria ser em qualquer lugar do mundo…
Entendeu por que amei celebrar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência nesta cidade que me respeita da cabeça aos pés? Washington DC é destino obrigatório para quem vai para os Estados Unidos.

Aguardem os próximos posts sobre Washington DC!

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Haute Ville – cidade alta

Realmente a parte mais linda da cidade de Quebec é a cidade antiga, que é dividida em Haute Ville (cidade alta) e Basse Ville (cidade baixa) . Há um funicular ligando as duas extensões  a US$ 2.25 por pessoa – fiquem ligados com os horários para não correr o risco de voltar da cidade baixa a pé. Iniciar o passeio pela cidade alta, onde fica o belíssimo castelo e hotel Château Frontenac, é uma boa pedida. Na frente do Frontenac você encontrará o Terrase Dufferin, o “calçadão” de Québec, com vistas incríveis do rio São Lourenço.

Saindo dali, o melhor mesmo é se perder pelas ruas, os cantinhos antigos são fantásticos, tudo tem muito charme. Lembrando sempre que caminhar com cadeira de rodas por ali não é algo confortável, pois é tudo antigo e cheio de pedra, mas é possível e vale o desconforto. Tem um mercado incrível, o convento Ursulino, que fica em um lugar encantador, a praça da prefeitura, o Êdifice Price (o mais alto do centro histórico) e a basílica de Notre Dame Du Quebec, que é lindíssima. Enfim, descubra a cidade alta com os seus olhares curiosos porque com certeza você sempre achará um pedacinho novo que vale registrar. Depois de muita andança na cidade alta, vá descendo as ladeiras lentamente (batendo muitas fotos) até chegar na parte mais baixa da cidade, que vamos explorar em breve.

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Christkindlmarket Chicago

Desde 1996 o mercado de Natal em Chicago é  um belo passeio nesta época do ano. Inspirado pelo Christkindlesmarket, em Nuremberg, na Alemanha, que teve início em 1545, o Christkindlmarket Chicago traz uma tradição alemã acarinhada com um toque internacional e o charme local de Chicago. O mercado ao ar livre no Loop tornou-se tão popular e amado que qualquer cidadão irá dizer-lhe que não pode imaginar a cidade sem ele. Funciona todos os dias desde o feriado do Thanksgiving até 24 de dezembro. É um sucesso, sempre há muitas pessoas, tem comida e bebida típicas, entretenimento e presentes lindos. O melhor é que tudo é acessível e você circula com facilidade, claro que o tempo todo desviando dos muitos carrinhos de bebês, das crianças e dos adultos. Vale a pena iluminar os seus olhos por lá.

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Vamos conhecer Quebec City?

Tudo por aqui tem charme e encanta!
Québec City ou Ville du Québec, como é chamada por lá, é a capital da província de Quebéc, a cidade mais antiga do Canadá e a capital nacional da parte francesa canadense. É a única cidade murada da América do Norte, e o coração francês do Canadá. Às margens do Rio São Lourenço, esta cidade não se parece com nenhum outro lugar da América. O tempo todo temos a sensação de estar em uma vila francesa. As casas e edifícios são antigos, há muitas igrejas e capelas históricas, pontes de pedra, um castelo, ruas de pedra, cafés e creperias e muitas galerias de arte. Não tem como ir ao Canadá e não passar por lá. Concentrei o meu passeio na parte histórica, e nem preciso dizer que foi bem complicadinho rodar com a Julinha e até acessar cafés, restaurantes e lojas, mas a cidade é bem hospitaleira e as dificuldades encontradas com relação à acessibilidade foram prontamente solucionadas. Em breve, mais de Quebec City pra vocês.

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